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A Mostra Argemiro Pascoal amplia o acesso à cultura, trazendo produções nacionais e internacionais para o Agreste. Essa iniciativa fortalece a cena local e descentraliza a oferta de bens culturais, enriquecendo a formação de artistas e plateias. Em 2025, a Mostra recebeu renomadas companhias brasileiras, reconhecidas pelo valor de suas pesquisas cênicas e pela resistência do teatro de grupo, estimulando diálogos sobre o fazer artístico na contemporaneidade. Integrada à 🇫🇷 🇧🇷 Temporada França-Brasil 2025, a Mostra contou com uma seleção de companhias francófonas, reforçando o diálogo cultural e a cooperação artística; outras frentes de intercâmbio nos aproximaram da América do Sul.
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Oficina/Montagem
Gaëlle Bourges (FR)
Desde a criação do espetáculo, Gaëlle Bourges propõe para cada data, a cerca de trinta participantes amadores, representar os trinta coelhos da tapeçaria. No Feteag 2025, a oficina reuniu participantes locais para esse quadro final: um momento um quadro de quinze minutos com cerca de trinta pessoas cuja presença inverteu a perspectiva: os voluntários - homens e mulheres de todas as idades e condições, nus também e usando máscaras de coelho - dançaram uma farândola alegre, pulverizando questões de gênero e clichês sobre a sexualidade supostamente perigosa das mulheres.

Público previamente selecionado
Oficina/Montagem
Teatro Container (CH)
Nos workshops de "La cocina pública", cada atividade foi um passo para a celebração coletiva. No têxtil, foram criados os aventais e figurinos únicos. Na cozinha, as forças se uniram para preparar um banquete comunitário. A oficina de memória resgatou histórias afetivas através da comida, tecendo uma narrativa comum. E no teatro, foram explorados o corpo e a voz para compor a intervenção cênica. Mais do que aprender, foi compartilhar, trocar e se conectar, transformando a criação em um momento especial de comunidade e arte.

Residentes do assentamento e comunidades próximas
Oficina
Faeina Jorge, Juliana Veras e Monique Cardoso (CE)
A oficina, que teve mulheres como público-alvo exclusivo, foi uma vivência sensorial e afetiva em torno da identidade e força da mulher, provocando reflexões de ruptura e resistência, num encontro profundo consigo mesma.

Mulheres
Workshop
Hubert Petit-Phar (FR)
Inspirados pelos fundamentos culturais do Brasil e da Guadalupe — candomblé e gwo ka — o workshop propôs um espaço de criação e experimentação corporal em diálogo com tradições ancestrais e princípios contemporâneos da dança. O objetivo foi estimular um processo inclusivo e de partilha, em que cada participante pudesse explorar sua identidade, suas fronteiras internas e seus territórios de movimento.

Dançarinos iniciantes e avançados
Debate
Trupe Ave Lola (PR)
Após o espetáculo "O Vira-Lata", o debate abriu espaço para nosso público estudantil refletir, questionar e se conectar com a obra. Esse diálogo aprofundou o conhecimento sobre a montagem, suas camadas e seu processo criativo, transformando a experiência artística em aprendizado significativo.

Alunos da rede pública de Caruaru e cidades circunvizinhas

Larissa Lisboa (PE) c/ a participação de Gabi da Pele Preta
Cantora, compositora, multi-instrumentista e produtora musical independente atuante no mercado pernambucano desde 2015. Parceira de diversos artistas e compositoras(es), tem se destacado neste novo cenário da música por sua voz única e pela capacidade versátil de se comunicar com o público através de suas melodias e tonicidade agradável que penetra os sentidos dos ouvidos mais atentos. Influenciada por uma diversidade musical feminina que vai de Anastácia a Björk e que passa pelo frevo, pelo forró e se estende até a música negra americana, Larissa tem, periodicamente, lançado singles e clipes originais que vem alçando voos cada vez mais intensos e certeiros, como sãos os casos de "Não sou eu" e "É amor que eu tenho e nada mais", ambas de 2019, e "Eu choro, não nego", de 2020, esta última com participação de Amaro Freitas (um dos maiores destaques da cena musical brasileira do momento). Nesse sentido, o show "INQUIETA" de Larissa Lisboa compreende uma miscelânea de suas canções autorais unidas a músicas de compositoras(es) contemporâneas(os) pernambucanas(os) que referenciam a nova cena musical do Estado, evidenciando/focando canções criadas por mulheres negras e/ou LGBTQIAP+. Larissa, acompanhada por uma banda com outras musicistas (Violão/guitarra, sanfona, percussão e samplers), fez apresentações com 1h de duração, mesclando música, performance e cenário originais com tons melancólicos e sutis, típicos de suas composições e modos de ser e enxergar a música contemporânea/atual, ativando em cada cidade visitada o encontro com uma artista local.
Idealização e Direção Geral
Administração
Curadoria Mostra Argemiro Pascoal
Curadoria Mostra PE
Curadoria Mostra Erenice Lisboa
Curadoria de Ações Pedagógicas
Coordenação Geral de Produção
Coordenação Administrativa e Financeira
Coordenação de Comunicação
Coordenação de Assessoria de Imprensa
Coordenação Técnica
Assistente de Coordenação Técnica
Coordenação de Logística
Assistência de Coordenação de Logística
Coordenação de Produção Recife
Coordenação das Ações Pedagógicas
Coordenação das Mostras
Consultoria e Implantação Cartográfica
Produção Executiva de Bilheteria
Bilheteria
Produção Local dos Espetáculos Internacionais
Coordenação de Serviços Gerais
Projeto Gráfico e Comunicação
Webdesign
Redes Sociais
Cobertura Fotográfica
Registro e Produção Audiovisual
Áudios e Locuções
Libras


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