Oficina de criação de solos 

Não está fácil encontrar beleza nos dias. Aposta-se na fé, fala-se de esperança, busca-se amparo de todos os lados. As respostas falham. Enquanto isso, a arte se apresenta como o único lugar onde é possível inventar outra realidade. Criar é oferecer ao mundo a nossa maior potência; é persistir na imaginação, na força do desconhecido, no verbo que não cabe na boca, no corpo que inventa sua própria coragem, no encontro com histórias diferentes das nossas. É encontrar um chão para si. Quando a razão não dá conta, é a arte que nos mostra o caminho. 

Por meio de práticas de ativação, escuta e estímulo do corpo, leituras e escritas poéticas, compartilhamento dos próprios repertórios, recuperação de processos já iniciados, essa oficina propõe um percurso coletivo de duas semanas com o intuito de provocar a criação de solos performáticos. O ponto de partida será um só: a metáfora de vida dos bonsais, plantas cujas raízes foram bloqueadas para estancar seu crescimento e transformá-las em objetos decorativos, mas que ousam dar flores e frutos. Daí em diante, cada participante tomará seu próprio rumo criativo, sob a direção de Zé Reis/PI.

Nascido em Teresina, Zé Reis é performer e criador de obras que atravessam o teatro e a dança contemporânea. Dedica-se também à docência para artistas e não artistas. Graduou-se em Artes Cênicas pela UnB e estudou no Corpo Escola de Dança. Na Argentina, participou do projeto Campos Resonantes, fez parte da Formación de Artistas Contemporáneos para la Escena e residiu na Compañía Nacional de Danza Contemporánea de Buenos Aires. No Chile, atuou na peça Aprender un Cuerpo, de Silvio Lang. Trabalhou com o coreógrafo Marcelo Evelin nas obras Arrow in the Heart, Batucada e nas residências Open Space, Borrão e Barricada. Criou os espetáculos FRANGO, O corpo poderia se chamar aqui, Fracasso Coreográfico e Trago olhos cansados e ossos cheios de esperança (com Alexandre Américo), além de colaborar com inúmeras criações. Em 2020, estreou no Festival de Cinema de Trancoso com seu primeiro filme - Meninos que dançam -, integrou a programação do FETEAG Digital, além do festival argentino Perfo En Vivo e idealizou os projetos Viver Poeticamente (com Cristiane Lanzellotti) e O corpo poderia florescer aqui.


Zé Reis volta a compor a programação do FETEAG Digital ministrando “Do corte ao brilho - Oficina de criação de solos". 

O Feteag Digital.PE é uma ação incentivada pela Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc de Pernambuco

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